terça-feira, 8 de novembro de 2011

Do espanto.



Se não fosse pra haver espanto,
Se não fosse pra haver estranheza,
Nada seria secreto,
O nunca seria verdade,
O segredo não nos agraciaria,
A magia seria a ciência,
E o amor ..ah o amor
O que mesmo ele seria?

(Suellen Lima)





Me recuso a estar totalmente preenchida por dentro. É como se meus segredos estivessem apostos. Todos somos um pouco um túnel. Não concorda?
(Suellen Lima)


Hoje não vou estar disponível pra mais ninguém além de meu pleno fazer nada.
(Suellen Lima)


E essas nossas afinidades tão afins, me deixam espantada e curiosa. Seus olhos parecem dispostos a me chamar pra si. Me arrepio num medo e desejo que confesso não ter sentido anteriormente. Uma segurança infalsa, um querer ficar instantâneo. Um pecado questionável… estar contigo nessa noite em que as estrelas apareceram só pra embelezar e embebedar aqueles instantes tão ímpares. Depois se puseram por trás das nuvens, calando a mágica e mostrando que existe ainda, um peso , uma linha tênue que separa a realidade da fantasia, que teimamos em procurar. 
(Suellen Lima)




Inconstante





Estava eu cá com meus botões a reclamar da falta de emoção de movimento de pulsação. Reclamei até do equilibrio que outrora tinha encontrado. Agora volto ao encontro calado entre eu e meus insatisfeitos, inconstantes e confusos botões a querer de volta meu sossego…minhas rédeas e minha paz. (Suellen Lima)

Prudência imprudente.

E pra que serve mesmo a prudência?
Pra te roubar o direito de sentir?
Capturar de tua boca o doce ?
Questionáveis e frágeis me parecem esses valores de certo e errado.
Segundo quem? Segundo quais …até que ponto ?
Temos todo o direito de ser…e o dever de não ultrapassar a linha
tênue que separa o seu estar bem …do estar bem alheio.

(Suellen Lima)

E por falar em Saudade.

De uns tempos pra cá tenho sentido saudade de mim.
(Suellen Lima)

Descoberta

Descobri muitas coisas que me apaixonam..ficaria por horas e dias nesse exílio, personificando idéias e descobrindo mundos por entre essas coisas tão belas que outrora foram pensadas.

(Suellen Lima)